É a Economia, Estúpido!, Destaque

É A ECONOMIA, ESTÚPIDO! – Estamos a querer espetar um pau no cu do Estado Social e assá-lo no espeto. Quem alinha?

cartões-economia POR PEDRO BILTRE-FARFALHO/TCC – Olá, caros leitores. Estavam com certeza à espera que, depois do threesome PT/Vivo/Telefónica, esta semana vos cumprimentasse com um “Oi”, mas esse trocadilho parvo já foi feito pelo Nuno Artur Silva no Eixo do Mal, e usualmente só cumprimento uma pessoa dessa forma quando sei que em seguida vou pagar para lhe rebentar com o pandeiro e comer-lhe a cuíca.

Anyhoo, a vida está tão difícil para o Estado Social como para a Carolina Patrocínio quando confrontada com grainhas nas uvas e a criada está de folga. Finalmente o agora neoliberal PSD quer espetar um barrote pelo cu acima do Estado Social, assá-lo no espeto e distribuir a carninha pelos mais necessitados (leia-se como necessitados, os grandes grupos económicos que estão ansiosos por abocanhar o filet-mignon dos impostos), e impedi-los é tão complicado como afastar o Cavaco da mesa da sobremesas antes da ceia de Natal.

O Estado deve ficar tão espalmado quanto a Carolina com o Uva em posição missionário

Resta ao Governo roer os ossinhos do animal, tal Felícia Cabrita ou outra criatura necrófaga, e distribuir as suas miudezas pelos pobrezinhos, massa operária e pessoas que votam Bloco de Esquerda mas não têm dinheiro para camisas Gant. O Estado ficará tão magrinho como a Carolina Patrocínio após ser atropelada sexualmente pelo namorado jogador de rugby, mas com as entranhas a funcionar melhor que o relógio que a Fátima Lopes tem na barriga.

E com este plano todos ficam contentes. Os ricos, porque o pouco que pagam para o Estado fica para gastar em algo mais útil como lenços de lapela à Nuno Rogeiro, ou seja com vestígios de cocaína. Os pobres, porque deixam de pagar taxas moderadoras e podem assim comprar mais uma lata de atum. Os da classe média, porque ou começam a roubar e ficam ricos, ou mantém-se parvos e ganham senhas de refeição e uma esquina para trabalhar.

Entretanto, os portugueses ricos já só declaram um décimo daquilo que ganham e apenas 30% das empresas pagam IRC. É bom, mas nós os neoliberais queremos mais. Queremos que os indecentemente ricos defequem acções da Galp e os tais 30% das empresas ganhem juizo e escondam os lucros tal como a Ana Malhoa esconde três vibradores no interior do corpo.

É a Economia, aprendizes de neoliberal. Tenho de ir. Ah, alguém já tratou de mandar abater o Miguel Relvas? Vejam lá, não se esqueçam disso. Adeus.

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