É a Economia, Estúpido!, Destaque, Exclusivo

É A ECONOMIA, ESTÚPIDO! – Vai desejar o seu crédito bem, médio ou mal parado?

cartões-economiaPOR PEDRO BILTRE FARFALHO/TCC – Estava eu a ser lavado à gato por uma lolita ucraniana “barely legal” na idade, no corpo e no visto de entrada, quando me lembrei que nesse mesmo dia (sexta feira passada) entrava em vigor a nova lei de crédito à habitação com novas protecções ao consumidor, agora com uma borracha mais resistente à soberba bancária.
Como qualquer bom economista corroborará, as melhores ideias surgem durante o felácio (não tanto pela dúbia competência profissional mas mais pela militância religiosa, inibam-se de inquirir João César das Neves), pelo que decidi nesse mesmo instante explicar aos estimados leitores como renegociar os seus créditos de habitação, multiusos, ou de implantes nos glúteos das nossas amantes.
A nova lei Teixeira dos Santos aprovou três coisas: comissões bancárias tabeladas; o índice TAER (Taxa Anual Efectiva Revista); e os bancários deixam de poder gozar com os clientes após a assinatura do contrato de empréstimo.

Carla Matadinho declarou que a nova TAER não custa nada a entrar

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Neste ponto estão igualmente banidas imitações de Conde Drácula, dança de Kuduro ou maneirismos corporais que mimetizem qualquer tipo de sexo com humanos ou animais de quinta.
Assim sendo, existem três métodos para renegociar os seus empréstimos.
Método 1 – Você é uma mulher boa, empreendedora e quase tão libertina como a Carla Matadinho. Tenha em atenção que deverá sentir a terminologia de TAER a mudar para Tenho Algo a Entrar-me no Recto, pelo menos uma vez por mês e na presença do seu gerente de conta.
Método 2 – Você é homem, e recorrerá ao alternismo para alugar uma brasileira ou duas a uma ganadaria da zona do Marquês. Este tipo de oferta faz-se pagar bem, não passa recibo e é volátil, já que a qualquer momento pode ser caçada e deportada pelo SEF.
Método 3 – Você é como eu e contrai créditos sem qualquer intenção de os pagar. Deposite o dinheiro numa conta numerada e vá mudando de casa várias vezes. Este é o crédito menos desejado pelos bancos, e é mesmo como eu gosto deles: mal parados.
É a Economia, devedor à banca.

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