10 coisas, Exclusivo

10 coisas a seguir religiosamente para fazer um mau jornal

consultorio21 Contratar estagiários, saem mais barato porque podem ser pagos a recibos verdes, ou nem serem pagos de todo, mas não escrevem nada de jeito, e é daí que vem o ditado: O barato sai caro;

2 Ter estagiários que assinam só com as iniciais, segue uma lista das piores combinações:
MC – Tem síndrome de rapper e por isso poderá ter tendência a escrever em rima.
JS – Juventude Socialista? Terá propensão para julgar que é interveniente, irreverente e todas as coisas bonitas que as juventudes crêem ser.
JC – Esta é uma das piores combinações! O seu portador demonstra ter a mania das grandezas e só se contenta com o nome do filho porque o do pai é inominável, se não era mesmo com esse!
GF- Disfarça o seu talento (ou falta dele) com esta combinação para que partam logo do princípio que tem piada, utilizando para isso as iniciais dos outros que dizem que têm.
TCC – Este é uma combinação muito perigosa, pois não contente com duas letras, pretende mais uma para esconder, na realidade, o que podia ter sido e não foi: TAC (à cabeça), TEC, TIC, TIC-TAC, TOC (e foge).
MS – Aqui denota-se logo um problema de dependência, mais concretamente pelas novas tecnologias, sendo que ao passar pela síndrome de abstinência nem resistiu a enviar o S de SMS para outro número;
NC – Este é nitidamente um caso perdido. É uma pessoa tão pouco qualificada que isso até já vem marcado nas suas iniciais, embora, obviamente, com erro ortográfico: Não Cualificada;

3 Ter só duas mulheres na redacção, mas depois uma delas é que faz o trabalho dos homens: escrever sobre o futebol;

Caso de Estudo: O Indesmentível, um jornal que seguiu à risca os  conselhos da Dra. Magdalena Battaglia

Caso de Estudo: O Indesmentível, um jornal que seguiu à risca os conselhos da Dra. Magdalena Battaglia

4 Dois dos comentadores serem obrigados a ver todos os jogos da Liga e comentá-los enquanto depilam as pernas a cera quente. O que não pode dar bom resultado pois é nitidamente tortura, já que é um sofrimento atroz da maneira que está a qualidade do nosso campeonato;

5 Ter um director para quem está sempre tudo bem, mesmo com os cofres de O Indesmentível a baterem no fundo, o que é sempre;

6 Ter um chefe de redacção para quem está sempre tudo mal, mesmo quando o site do jornal tem mais visualizações do que as fotos da Carolina Salgado a fazer sexo oral, ou lá o que era aquilo, o que é nunca.

7 Ser baptizado com um nome que não vem no dicionário (pelo menos não no meu), mas que se viesse estaria entalado entre as palavras: Indesejável e Indestrinçável.

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